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A medicina biológica e o anti-envelhecimento

7 de novembro de 2015 - Publicações Medicina Direta
A medicina biológica e o anti-envelhecimento

O QUE É

Entende-se como Medicina Biológica os procedimentos diagnósticos e terapêuticos que visam a integridade do bio-sistema humano, sendo, portanto, uma abordagem orientada a uma conexão sinérgica integral do ser humano.
Esta nova abordagem clínica avalia o seu corpo de uma forma global e sistema integrado.

A grande vantagem desta avaliação é que ao olharmos para o organismo de forma integrada não tratamos apenas sintomas mas identificamos e tratamos também as causas.
Quantas vezes nos deparamos com situações de desconforto e sabemos que necessitamos de cuidados e que precisamos de uma resposta mais efetiva do que o simples comprimido para as dores.

Sabia por exemplo, que problemas alérgicos, dores de cabeça, irritabilidade, problemas dérmicos, podem ter origem no seu sistema digestivo?

Não fará mais sentido reequilibrar, corrigir, tratar e melhor a sua função digestiva e intestinal evitando assim a sobrecarga de medicamentos químicos prescritos para simplesmente aliviar sintomas. Estes sintomas mais tarde ou mais cedo aparecerão novamente, se a causa não for corrigida e na maioria, se agravam com o tempo.
A Medicina Biológica Integrativa permite restabelecer a saúde, prevenir doenças e minimizar os efeitos do envelhecimento, com base em PROCESSOS BIOLÓGICOS sem recorrer a QUÍMICOS e a MÉTODOS INVASIVOS.

As técnicas terapêuticas utilizadas são direcionadas para a preservação da vida, são classificadas de acordo com suas possibilidades como sendo terapias substitutivas, regulatórias e preventivas. As terapias substitutivas têm como objetivo compensar as carências de substâncias naturais no nosso organismo, e o efeito esperado é que o organismo restaure seus processos funcionais.
Este conceito diferencia os procedimentos biológicos dos procedimentos praticados pela medicina convencional, não devendo ser entendido como antagônicos, mas sim complementares. Os diagnósticos, com abordagem sistêmica, são complexos e integrativos, porque a doença não é considerada local, é sempre por alteração de todo o sistema.

 

A QUEM SE DIRIGE?

PESSOAS DOENTES – As pessoas que já sofrem de algum problema de saúde também podem beneficiar com a Medicina Biológica integrativa. A correção da alimentação, modo de vida, detecção de necessidades micro nutricionais são determinantes para a recuperação rápida e maior eficácia dos tratamentos aplicados pela Medicina convencional.

 

ÁREAS DE INTERVENÇÃO

É muito importante realizamos um diagnóstico adequado, com base em vários métodos de diagnósticos, desde termografias, análises clínicas sanguíneas especificas, e em sequencia, instituir terapias personalizadas que incluem um suporte nutritivo de acordo com as necessidades específicas de cada pessoa, tratamentos e técnicas que passam por suplementação de micronutrientes específicos para o seu metabolismo, nutrição celular ativa, minerais, oligoelementos, vitaminas, fitoterapia, homeopatia.

O objetivo é equilibrar o seu organismo, recorrendo a mecanismos naturais de auto cura, e prevenir o envelhecimento prematuro.

O nosso modo de vida, a forma como encaramos e lidamos com a vida e o nosso dia-a-dia, são determinantes na manutenção da qualidade de vida e da saúde. O processo de auto-cura inclui alinhamento das emoções e como sabemos, a cabeça comanda tudo. Áreas como a meditação, relaxamento, coerência cardíaca são incluídas nos programas de saúde e anti envelhecimento. Para melhor entendimento, devemos ter consciência por exemplo das consequências do stress no cérebro, segunda a revista Scientific American:

Na definição do Consortium of Academic Heath Centers for Integrative Medicine, “a medicina integrativa é a prática que reafirma a importância da relação entre médico e paciente, com foco na pessoa como um todo, baseada em evidências, e que usa de todas as abordagens terapêuticas apropriadas para alcançar saúde e cura”. Andrew Weil, um dos pioneiros da medicina integrativa, explica o caminho desse conceito associando-o ao da boa medicina, identificada como ele como aquela que utiliza todos os tipos de terapias consagradas cientificamente, sejam oriundas da medicina convencional ou de sistemas médicos não tradicionais, para prevenir e tratar doenças, e promover o bem-estar do paciente. Weil ressalta também a importância dessa abordagem, mostrando que ela acontece em duas dimensões – uma que expande o rol de escolhas terapêuticas e outra que reintegra mente, corpo e coração, num entendimento de que saúde e doença incluem mais do que apenas o corpo. E novamente, num entendimento de que o bem-estar do paciente precisa estar em primeiro plano.

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